Felizmente hoje, a população cuiabana literalmente saiu do estado de letargia política, em função de inúmeras situações que ocorreram em nosso país.
Fatores estes, como: a crise ética que se faz interminável no universo político nacional, que acabou criando nas pessoas, um ambiente de maior participação e engajamento político.
Nesse particular, felizmente hoje, a população cuiabana está se tornando cada vez mais politizada.
Esse engajamento que, sim passa, pela política, não necessariamente está vinculado a um desdobramento partidário ou eleitoral, mas, principalmente, a forma de pressão e de ação.
Este ano por ser político será o divisor de águas para que possamos mensurar, não apenas, o engajamento político dos cuiabanos, como também da apreciação e julgamento dos eventuais postulantes aos cargos, tanto à majoritária como à proporcional.
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Com a veiculação de nova rodada de pesquisa feita pela MT Dados, nesta terça-feira (12), com três cenários estimulados, cenário este, que não mais apresentou o nome do secretário-chefe da Casa Civil Fábio Garcia (União).
Desta feita, segundo MT Dados, os números sofreram mudanças substanciais à corrida ao Palácio Alencastro.
A efetivação do nome Eduardo Botelho (União), como candidato pelo partido, associado a força do Governado do Estado Mauro Mendes (UB) e seus pares deu maior Upgrade a sua campanha; além do corpo a corpo que o mesmo vem realizando no cotidiano.
Embora se trate de amostragem, a pesquisa continua sendo o maior indicador de intenção de votos, e assim foi feito pelo MT Dados.
Vou citar apena uma delas, para não tornar prolixo; na modalidade estimulada, quando é apresentada ao eleitor uma relação de nomes de candidatos.
Outro dado importantíssimo, que é pouco explorado e considerado pelos analistas políticos e pelos próprios postulantes aos cargos.
É referente à rejeição, nesse quesito, o Eduardo Botelho (UB), leva grande vantagem aparecendo com 5% de rejeição, enquanto o seu maior oponente o deputado federal Abílio Brunini (PL), apresenta rejeição exacerbada com, 22 %.
Obviamente, o processo eleitoral ainda está em fase embrionário, com o passar dos meses, esse quadro poderá ou não sofrer alterações, vai depender da capacidade de persuasão de cada um dos postulantes ao cargo.
(OBS: O meu comentário foi explicitado em relação aos dados apresentados pelo MT Dados. Essa, é a minha opinião).
Licio Antonio Malheiros é geógrafo.























