A senadora e pré-candidata à Presidência da República, Simone Tebet (MDB-MS), endossou na manhã desta segunda-feira (23), a opinião do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) em favor da conclusão da obra do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) na Grande Cuiabá. Para ela, a opinião do gestor deveria ser “acatada”.
O imbróglio que envolve o modal começou com a decisão do Governo do Estado em mudar o VLT pelo Bus Rapid Transit (BRT). Defensor do VLT, Emanuel recorreu na Justiça para que a mudança não seja feita. Atualmente, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu todo processo licitatório que corria para realização da obra do BRT.
Durante sua visita ao prefeito no Palácio Alencastro, a presidenciável foi questionada sobre a obra de mobilidade urbana que foi anunciada para a Copa de 2014. Além de defender a opinião de Emanuel sobre o modal, ela afirmou que faltou apoio do Governo Federal.
“Esta é uma decisão do prefeito que tem que ser acatada e partir daí, precisa ter o apoio incondicional do orçamento federal para que essas obras se realizem. Eu estive aqui antes disso e vi o caos que se transformou o município por conta das obras paralisadas. Nós estamos em 2022 e isso já era pra estar resolvido, faltou e falta mão do Governo Federal auxiliando porque é onde se tem o recurso público”, declarou Tebet.
Tebet ainda enfatizou dizendo que estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul entregam muito ao Brasil, em forma de alimentos, mas que não recebem o retorno necessário por parte do Governo Federal em relação a logística e mobilidade urbana.
“O grande problema do Centro-Oeste, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul está na logística. Nós oferecemos muito para o Brasil, entregamos muito através de alimentos, que chegam nos pratos dos brasileiros graças aos estados como os nossos, mas não temos a contra partida do Governo Federal”, explicou.
“Faltam investimentos e orçamento federal vindos pra cá. Ainda que seja de forma de atenção de uma política públicas, de parcerias públicos e privados e concessões na área de logística. Rodovias pavimentadas, ferrovias e mesmo de mobilidade urbana, como é o caso das capitais que passam por esse problema”, completou.
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Fonte: REPÓRTER MT




















