O rapper D4vd, acusado de matar a adolescente Celeste Rivas, de 14 anos, armazenava uma grande quantidade de material ilegal no celular. A promotora do caso, Beth Silverman, afirmou em entrevista à NBC que o artista possuía cerca de oito terabytes de arquivos no aparelho. Desse total, a polícia conseguiu acessar aproximadamente um terabyte, no qual parte do conteúdo corresponde a pornografia infantil.
Nesta semana, um relatório da perícia da polícia de Los Angeles apontou a possível causa da morte de Celeste. Segundo os resultados da autópsia apresentados no julgamento, na última quarta-feira (22/4), a jovem teria sido atingida por “múltiplos ferimentos penetrantes”. Os peritos identificaram perfurações no peito e no abdômen, além de baixa concentração de álcool e metanfetamina no sangue da vítima.
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De acordo com as investigações, Celeste teria sido assassinada no início de maio de 2025, cerca de quatro meses antes de o corpo ser localizado. Em 8 de setembro de 2025, o cadáver foi encontrado no porta-malas de um carro abandonado, registrado no nome de D4vd.
A última vez que a adolescente foi vista em público foi em 23 de abril de 2025, quando esteve na casa do artista. Desde 2024, os dois mantinham um suposto envolvimento. Fotos e vídeos íntimos atribuídos ao casal vieram à tona e foram anexados às investigações.
D4vd foi preso em abril deste ano e indiciado por homicídio qualificado, com agravantes relacionados ao abuso de menor e à ocultação e mutilação de cadáver. Se condenado, poderá enfrentar prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.





















