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VIRAL NA WEB

OVNIs no PR: explicação para luzes coloca em xeque versão de influenciador

Segundo o levantamento, as luzes registradas em 31 de maio coincidem com a localização de uma área próxima à Chácara Paraíso, empreendimento voltado para camping e turismo
Um comparativo entre a imagem que viralizou em 31 de maio e o vídeo de hoje, 4 de junho - Foto: reprodução/Instagram @mayk.leao

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A investigação sobre as luzes registradas em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, ganhou novos desdobramentos após análises de geolocalização e imagens divulgadas nos últimos dias. Pesquisadores apontam que o fenômeno observado pelo influenciador Mayk Leão provavelmente teve origem em uma estrutura fixa localizada na região da Serra de São Luiz do Purunã, e não em um objeto voador não identificado.

Segundo o levantamento, as luzes registradas em 31 de maio coincidem com a localização de uma área próxima à Chácara Paraíso, empreendimento voltado para camping e turismo. Comparações entre as imagens que viralizaram e registros posteriores indicaram correspondência de relevo, posição e formato, reforçando a hipótese de que a luminosidade observada era proveniente de instalações terrestres.

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A conclusão foi reforçada por análises conduzidas pelo pesquisador Jorge Uesu Jr. e por registros feitos por outros observadores na região. Em uma nova transmissão ao vivo, o próprio Mayk Leão voltou a mostrar luzes fixas na mesma direção onde havia relatado o suposto fenômeno. Além disso, imagens divulgadas por representantes da Chácara Paraíso exibiram postes de iluminação e estruturas luminosas que poderiam explicar o efeito visual observado à distância.

Embora a origem das luzes tenha recebido uma explicação considerada plausível pelos investigadores, permanece sem comprovação o relato de Mayk Leão sobre um suposto objeto de grandes dimensões que teria passado sobre sua propriedade. A Força Aérea Brasileira informou que não identificou qualquer objeto anômalo nos radares na data do episódio. “O controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade”, afirmou a FAB em nota citada pelos pesquisadores.

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