A alegria de viver pode parecer uma realidade que não esteja na moda nos últimos tempos, mas…, deixar de sonhar, é a última coisa que se deve fazer. Nossos princípios são os principais policiais da nossa consciência. Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer, logo em seguida vem a autocritica e nos enquadra.
Com essa abordagem, é preciso ter muita cautela antes de tomar uma atitude que, por sua vez, possa ferir alguém próximo sem a mínima intenção. Tentar corrigir o erro, é errar duas vezes. Sabe aquela história que diz: de “B. quanto mais se mexe, mais F.”. Assim sendo, melhor ficar calado.
O dia de hoje é único. Ele é tão ciumento quanto nós mesmos. Para percebermos melhor tal analogia, basta que percebamos que, ao acordar e, em seguida vamos nos encontrando com as pessoas que conhecemos, de forma natural e costumeira, dizemos “bom dia!’. A necessidade de ter um bom dia é unanime e querido. Entretanto outros fatores nos fazem perder a razão.
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Vivemos sob o desígnio da responsabilidade e, por conta da obrigação de mantermos nossos compromissos, fazemos da tripa, o coração. É como se diz por aí: temos que nos virar, caso contrário, haveremos de responder de forma desagradável por nossas incoerências.
Todos nós somos diferentes uns dos outros. Se por um lado uns são calmos, por outro lado, outros são tremendamente fervorosos, ou seja, não admitem ou não sabem, dialogar. Todos esses entraves são comuns nos dia a adia. A educação tem em si a responsabilidade de remedar a ignorância que ignora a razão e se deixa levar pela emoção da crueldade.
Controle emocional, às vezes, não consegue driblar o enredo que a ação, de súbito, descerra.
Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer, tem lá suas consequências. Estas podem ser para serem aplaudidas, ou abominadas. Quando tal situação ocorre, não adianta chorar o leite derramado. Esse ditado popular é bem antigo, mas a personalidade humana coloca na comissão de frente o orgulho e o instinto de superioridade, do qual, muitas vezes, lhe são desconhecidos. Pobres coitados!
Para cada dia vivido, passamos por alguma forma de experiência. Seja ela para agraciar ou para criticar. Por conta disso e de outras razões, cabe a nós percebermos que, a cada minuto que se vive, nos é apresentado uma lição de vida.
Também torna-se inteligente lembrar que, independente do nosso querer, as aventuras e desventuras vão ficar registrados para sempre em nossas memórias.
Nosso verdadeiro documento de estimação é a nossa personalidade. Ele não carece de registro em cartório, de assinaturas de comprovação em cartório e muito menos de experiências que não se justificam. A grande maioria das surpresas que a vida nos apresenta, são desafiantes e visa nos colocar á prova.
Vai encarar?
Gilson Nunes é jornalista.
Fonte: GILSON NUNES























