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MOÇÃO DE APLAUSOS

Faccionado morto em confronto com PM foi homenageado pela Câmara de Cuiabá

Gilmar havia recebido uma moção de aplausos da Câmara de Cuiabá em novembro de 2024
Faccionado Gilmar Machado da Costa, o “Gilmarzinho” - FOTO : Reprodução

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O faccionado Gilmar Machado da Costa, o “Gilmarzinho”, morto em um confronto com a Força Tática da Polícia Militar nesta quinta-feira (20), durante a Operação Acqua Ilicita, era condenado por tráfico de drogas. Mesmo assim, foi homenageado pela Câmara de Cuiabá. A moção de aplausos foi proposta pelo vereador Jeferson Siqueira (PSD)

Gilmar havia recebido uma moção de aplausos da Câmara de Cuiabá em novembro de 2024. Na justificativa, o proponente afirmou que Gilmar prestava serviços como líder comunitário no bairro Nova Conquista, onde também atuava como líder de facção criminosa.

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Além de Gilmar, Fábio Junior Batista Pires, o “Farrame”, considerado homem de confiança do criminoso Sandro Louco, também morreu em confronto com a PM. Ambos eram faccionados e resistiram à abordagem.

Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Gilmarzinho e Ferrame faziam parte da estrutura do Comando Vermelho (CV) que controlava o fornecimento de água mineral na região.

A Acqua Ilicita, realizada na manhã desta quinta-feira, tinha o objetivo de cumprir 12 mandados de prisão e 60 mandados de busca e apreensão. A investigação revelou que criminosos vinham extorquindo comerciantes da Grande Cuiabá, impondo taxas ilegais e ameaçando aqueles que se recusavam a pagar.

Foram mobilizados 340 policiais militares e 60 agentes do Gaeco, com ordens judiciais cumpridas em quatro municípios. Além das prisões, também foi determinado o sequestro de bens e valores ilícitos, incluindo 33 veículos usados pela facção criminosa.

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