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MANDATO CASSADO

José Medeiros manifesta apoio a Deltan Dallagnol e critica TSE

“Ontem a porteira das cassações foi aberta e quem se insurgiu ou se insurgir poderá ser o próximo da fila”, escreveu em seu perfil no Twitter

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O deputado federal por Mato Grosso, José Medeiros (PL), manifestou apoio ao ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Pode-PR), que teve seu mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (16). Nas redes sociais, o liberal criticou o TSE e afirmou que ‘a porteira das cassações foi aberta’.

“Ontem a porteira das cassações foi aberta e quem se insurgiu ou se insurgir poderá ser o próximo da fila”, escreveu em seu perfil no Twitter.

Ao manifestar apoio a Dallagnol, Medeiros ainda demonstrou preocupação com a insegurança jurídica no país. Segundo o deputado, o ex-procurador da Operação Lava Jato obteve mais de 344 mil votos nas eleições de 2022 e foi respaldado nas urnas por sua atuação no combate à corrupção e em defesa da sociedade brasileira.

De acordo com o TSE, Dallagnol infringiu a Lei da Ficha Limpa ao se desligar do Ministério Público Federal (MPF) enquanto ainda respondia a processos disciplinares internos. Por esta razão, os ministros cassaram o mandato por considerar que o registro da candidatura do ex-procurador não tinha validade.

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Em coletiva na Câmara Federal, Dallagnol disse que a perda de seu mandato ocorreu porque ele fez um efetivo combate à corrupção. Ele também afirmou que foi alvo de vingança.

“Eu perdi o meu mandato porque eu combati a corrupção. E hoje é um dia de festa para os corruptos, um dia de festa para o presidente Lula e para alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)”, declarou.

Sobre os motivos que levaram a perda do seu mandato, o ex-procurador declarou que os ministros do TSE utilizaram uma “inelegibilidade imaginária” para justificar a cassação, pois não existem processos administrativos disciplinares abertos contra ele.

Por fim, Dallagnol disse que continuará combatendo a corrupção mesmo fora do mandato, mas que recorrerá da decisão.

Fonte: DA ASSESSORIA

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