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DEVOTOS DE BOLSONARO

Senadores de Mato Grosso querem distância da CPI do MEC

Os parlamentares de Mato Grosso, ao que parece, não se sensibilizaram com as denúncias de esquema na Educação do país, com a instalação de um “gabinete paralelo”, comandado por pastores evangélicos

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Para surpresa de ninguém, os senadores Carlos Fávaro (PSD), Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (UB) não assinaram requerimento para a instalação, no Senado, de uma CPI para investigar um possível esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC).

Os parlamentares de Mato Grosso, ao que parece, não se sensibilizaram com as denúncias de esquema na Educação do país, com a instalação de um “gabinete paralelo”, comandado por pastores evangélicos.

Os três políticos não escondem de ninguém a devoção pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

Líder da oposição no Senado, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) anunciou, ainda na sexta-feira (8), ter conseguido as 27 assinaturas mínimas necessárias para protocolar o pedido de abertura de uma CPI para 

No dia seguinte, três senadoees retiraram as assinaturas: Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Weverton (PDT-MA).

Teriam sofrido pressões do Palácio do Planalto. Não sabe qual tipo de pressão.

A lista é composta basicamente por senadores que fazem oposição ao Governo.

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Fonte: DIÁRIO DE CUIABÁ

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