Whindersson Nunes falou abertamente sobre sua saúde mental em conversa com a psicóloga Pamela Magalhães no podcast “Parece Terapia”, disponível no YouTube desde quarta-feira, 30 de julho. O humorista detalhou momentos difíceis, como a internação voluntária em uma clínica psiquiátrica em fevereiro, e também abordou o luto pela morte do filho João Miguel, que nasceu prematuro e viveu apenas dois dias, em 2021.
Na entrevista, o artista explicou por que prefere o silêncio quando enfrenta crises emocionais. “Acho que sou mais de ficar só, mesmo. E assim, não estou num momento de dor, nem num momento difícil. Eu fico bem sozinho. É. Prefiro. Não me incomoda a presença, me incomoda aquela coisa de a pessoa se esforçar para me tirar de um momento que eu sei que eu preciso passar. Não tem muito o que fazer”, disse.
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Comentários sobre o luto e críticas ao público
Após semanas de internação, Whindersson recebeu alta em março. Embora já tenha apresentado melhora, ainda convive com as marcas da perda do filho, fruto do relacionamento com a influenciadora Maria Lina. Durante a conversa, o humorista criticou a maneira como algumas pessoas reagiram à perda do bebê.
“Quando eu perdi um filho, apareceu muita gente dizendo: ‘Ah, mas você vai ter outro, relaxa…’. Como se o problema fosse eu não ter uma criança física comigo. Mas não é isso”, lamentou.
Ele completou: “Sim, posso ter outros filhos, se eu quiser. Já teria tido, para falar a verdade. Mas não é assim que funciona. Essas coisas irritam. Não me tiram do sério, mas me irritam um pouco”.
Whindersson revelou que ainda mantém uma boa relação com Maria Lina. “Hoje, eu sou bem amigo da Maria, sou bem tranquilo com ela. Ela é uma pessoa maravilhosa também. A gente tem um livrinho que a gente não mostra pra ninguém, que é as fotos dele [João Miguel]. Porque ele nasceu, né, ele pegava no dedinho da gente”, contou.























