O Gaeco pediu para que a Sétima Vara Criminal de Cuiabá rescinda o acordo de delação premiada do advogado Fábio Mielli Camargo por ter omitido fatos ilícitos propositadamente com objetivo de proteger o deputado Romoaldo Junior.
Fábio é colaborador da primeira fase da Operação Ventríloquo que visou desarticular uma organização criminosa na Assembleia Legislativa que teria desviado milhões dos cofres públicos.
Segundo os promotores do Gaeco, conversas ambientais gravadas por Julio César, colaborador da operação, com o deputado e o advogado, ficou comprovado o envolvimento do parlamentar no esquema criminoso e a certeza de que o advogado Joaquim Fábio tinha conhecimento dessas informações e da participação do deputado nos crimes investigados e as sonegou quando ouvido pelo Ministério Público.
O Grupo Contra o Crime Organizado requereu o cancelamento de todos os benefícios propostos para o advogado. Além disso, será oferecida uma denúncia pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato.
























