O empresário bolsonarista Ricardo Dartore, condenado pela Justiça Trabalhista de Tangará da Serra a pagar uma indenização de R$ 14 mil a uma diarista dispensada após declarar voto no presidente Lula, foi preso em março passado por embriaguez ao volante e está sendo cobrado pela Prefeitura após um suposto calote de R$ 111 mil em impostos municipais.
Ricardo Dartore dispensou a diarista Marluce Ferreira após esta declarar voto no presidente Lula em um postagem em seu whatsapp em outubro do ano passado.
O empresário sequer se defendeu na Justiça, foi condenado em primeira instância, tentou recorrer ao TRT-MT, mas teve seu recurso negado porque não recolheu as taxas e custas processuais.
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Em março, o mesmo empresário foi preso em flagrante após dirigir embriagado em Cuiabá, segundo consta no Auto de Prisão Em Flagrante Nº 276.3.2023.3716.
Segundo o documento, a prisão aconteceu na madrugada do dia 9 de março, às 2h26, durante uma blitz na avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá.
Além disso, no dia 21 de março passado, a Prefeitura de Tangará da Serra moveu uma ação de execução contra o empresário e sua micro empresa, alegando falta de pagamento de R$ 67.943,05 em ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) ao município.
No dia 22 do mesmo mês, o juiz Francisco Ney Gaiva, da 4ª Vara Cível de Tangará da Serra, determinou a citação do empresário para que pagasse os débitos em 5 dias úteis, sob pena de penhora de bens. O processo ainda está correndo.
Em outra ação de execução fiscal movida em 2022, a Prefeitura também cobra R$ 43.559,58 referentes a outros títulos de ISSQN também não-quitados.
No Facebook, Ricardo Dartore também se identifica como gerente de vendas da Ballagro, uma empresa de biotecnologia agrícola sediada em São Paulo.
























