O Partido Liberal (PL) está na iminência de ter o registro cassado pela Justiça Eleitoral, por suspeita de conspirar contra a democracia. A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu pedido do senador Humberto Costa (PT-PE) para analisar o caso.
Um documento encontrado pela Polícia Federal no escritório do partido aponta que o PL teria financiado a ida de militares para os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Além disso, o tenente-coronel Mauro Cid, que era ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, delatou que a negociação teria sido feita por Walter Braga Neto, que era o vice na chapa de Bolsonaro.
As investigações apontam ainda que os militares financiados pelo partido foram os responsáveis por orientar as ações dos golpistas, incluindo a depredação do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal. Caso tudo se confirme, o PL poderá ter o registro cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral ainda antes das Eleições 2024, deixando muitos correligionários sem partido e impedidos de disputar o pleito.
Essa celeuma tem feito muitos políticos evitarem a filiação ao PL, já que eles têm a intenção de participar da disputa eleitoral, seja para prefeito, seja para vereador, e correm o risco de ficarem de fora, por estarem sem partido.
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