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RONDONÓPOLIS

Comunidade escolar não é ouvida sobre militarização de Escola Estadual

A ausência de consulta pública tem preocupado pais e responsáveis sobre o futuro desta unidade
Escola Estadual Edith Pereira - Foto: Sintep

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Sem consulta pública, a Escola Estadual Edith Pereira, em Rondonópolis, poderá ser transformada no modelo militarizado, contra a vontade da comunidade escolar. A Diretoria Regional de Educação (DRE), da Secretaria Estadual de educação de Mato Grosso (Seduc-MT), tenta impor o modelo e desrespeita a própria normativa (Lei nº 12.388), ao não realizar consulta pública à comunidade escolar.

De acordo com a gestão da escola, a DRE da Seduc-MT, realizou uma reunião apenas com o Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar (CDCE), às vésperas do feriado prolongado de Carnaval e anunciou a possível mudança sob a alegação de que a escola estava “muito violenta” e por isso necessitava de uma intervenção a partir de uma gestão militar.

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A secretária geral da subsede Sintep/Rondonópolis no diálogo com os pais de esrdantes da E.E. Edith Pereira – Foto: Sintep

O processo de militarização escolar do governo Mauro Mendes, fere a Constituição Federal e os princípios de uma educação plural e de qualidade. A medida desvaloriza os trabalhadores da educação pública, qualificados para atuar na educação, para inserir  integrantes  das forças de segurança, como é o caso das escolas militarizadas, bombeiros e policiais militares.

A subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) em Rondonópolis, solicitou a ata da decisão junto à DRE, mas não foram atendidos. O desrespeito a toda comunidade escolar fica evidenciado ao não serem ouvidos por meio da consulta ampla e ainda ocultarem informações que dizem respeito aos funcionários e aos próprios estudantes.

O iálogo com a comunidade escolar é muito importante para prevaoecer a democracia – Foto: Sintep

A secretária geral do Sintep/Rondonópolis, Adelice Alves da Conceição, explica que a direção da subsede se reuniu com os pais e que eles pedem mais informações sobre o processo de militarização da escola. A comunidade escolar exige a consulta para avaliação e decisão”.

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