A Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (Agir), Organização Social (OS) que gere o Hospital Regional de Cáceres, é alvo de duas operações da Polícia Federal, deflagradas há uma semana, que apuram um esquema de desvio de recursos públicos da Secretaria de Saúde de Goiás estimado em R$ 38 milhões.
De acordo com a PF, a Agir e outra OS, a IBGH, eram contratadas de forma superfaturada e o valor excedente, além de beneficiar os fraudadores, serviam como propina para servidores públicos responsáveis pela fiscalização.
As verbas desviadas eram usadas para beneficiar de forma ilícita os fraudadores das organizações sociais para pagar servidores públicos responsáveis pela fiscalização desses contratos.
A Agir Saúde foi a responsável pela administração do Hospital de Campanha em Goiânia durante a pandemia da Covid e ainda faz a gestão de unidades hospitalares do Estado, como o Hugol.
Segundo o apurado pela PF, os contratos da Covid-19 foram celebrados na conhecida modalidade de “quarteirização” e “quinteirização”, quando a empresa contratada pelo Poder Público subcontrata outra empresa para realizar o serviço, indo além da terceirização.
Deputado denunciou edital e pediu investigação ao MP-MT
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), denunciou o edital de contratação da OS e a falta de informações da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) sobre questionamentos da contratação apresentados pelos parlamentares.
Deputado vai ao MP por suspeita em contrato de R$ 200 milhões em Hospital de Cáceres





















