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SEGURANÇA PÚBLICA

Oposição ressuscista debate da maioridade penal para bombar Flávio

Após caso de estupro coletivo em SP com participação de menores, oposição bolsonarista retomou defesa da redução da maioridade penal
Oposição ressuscista debate da maioridade penal para bombar Flávio - FOTO: LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

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Lideranças bolsonaristas ressuscitaram um velho tema da pauta da segurança pública para tentar impulsionar a pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ): a redução da maioridade penal.

Na última semana, parlamentares bolsonaristas intensificaram os pedidos para que o tema seja votado no Congresso, especialmente após o caso do estupro coletivo em São Paulo, que teria tido a participação de menores.

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Na Câmara, deputados do PL fizeram uma série de discursos no plenário, na quarta-feira (6/5), defendendo a redução da maioridade penal. Entre eles, Zé Trovão (PL-SC) e Alberto Fraga (PL-DF).

“Se fosse um filho meu ou um parente meu, a polícia não ia ter tempo, porque eu ia picar os pedaços daqueles vagabundos. Eu ia cortar com uma faca cega os pedaços deles, porque os gritos daquelas crianças estão entranhados dentro de mim! ‘Para! Está doendo!’”— era o que eu escutava naquele áudio. Isso tudo ocorre porque esta Casa não tem a coragem de discutir algo que é urgente: a redução da maioridade penal!”, afirmou Zé Trovão.

O próprio Flávio se manifestou nas redes sociais sobre o assunto. Na postagem, o senador reforçou que, caso vença as eleições de outubro, defenderá que o tema avance no Congresso Nacional.

“A redução da maioridade penal não é mais um debate político. É um pedido da esmagadora maioria dos brasileiros. E eu não vou descansar até que a redução da maioridade penal seja aprovada no Brasil”, escreveu Flávio.

Além do caso do estupro em São Paulo, uma pesquisa da Real Time Big Data divulgada na terça-feira (5/5) apontou que 90% dos entrevistados apoiam a redução para 16 anos. Apenas 8% são contra a medida.

O tema da redução já esteve na pauta do Congresso em 2026. O então relator da PEC da Segurança, deputado Mendonça Filho (PL-PE), tentou emplacar a medida em seu texto, mas o trecho foi retirado antes da votação.

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