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CELEBRAÇÃO

Bárbara Paz defende o cinema brasileiro: “Não precisamos mudar nada”

Convidada do Prêmio Platino, Bárbara Paz falou sobre a relevância do cinema brasileiro e adiantou novos projetos
FOTO: CHRISTIAN RODRIGUES/FESTIVAL DO RIO

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Bárbara Paz fez questão de exaltar o cinema brasileiro ao passar pelo tapete vermelho do Prêmio Platino Xcaret. Antes da cerimônia que consagrou O Agente Secreto como principal filme vencedor da noite, a atriz e diretora conversou com o Metrópoles e celebrou a produção nacional.

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“A gente tem que continuar fazendo nosso cinema. A gente não tem que mudar nada, os olhares dos outros que tem que mudar, porque a gente continua fazendo um cinema muito bonito, de muita excelência, e está aqui o Platino pra comprovar isso, porque temos um número de indicações que nunca tivemos”, avaliou.

Ao todo, o Brasil foi indicado em 16 categorias, sendo oito com O Agente Secreto e três com Manas. O Último Azul, O Filho de Mil Homens, Apocalipse nos Trópicos, Ângela Diniz: Assassina e Condenada e Beleza Fatal concorreram em uma cada.

Projetos de Bárbara Paz

Exibindo o filme Rua do Pescador, nº 6 em festivais de cinema pela Europa, Bárbara também falou sobre os próximos passos como diretora. Após o documentário sobre as enchentes do Rio Grande do Sul, ela pretende dirigir a primeira ficção da carreira como diretora.

“É um filme super bonito sobre solidão nos tempos de hoje, é muito necessário falar sobre isso”, adianta. Ainda sem previsão de estreia, o longa deve começar a ser gravado no começo de 2027.

Brasil no Prêmio Platino

O filme O Agente Secreto, o documentário Apocalipse nos Trópicos e a novela Beleza Fatal mostraram a força da produção brasileira no Prêmio Platino deste ano.

Oito delas ficaram com o longa de Kleber Mendonça Filho: Melhor Filme de Ficção, Melhor Direção e Melhor Roteiro, para Kleber; Melhor Ator, com Wagner Moura, pelo júri oficial e no Prêmio do Público; Melhor Música Original, com Mateus e Tomaz Alves; Melhor Montagem, com Eduardo Serrano e Matheus Farias; e Melhor Fotografia, com Thales Junqueira.

Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, ficou com o prêmio de Melhor Documentário e Beleza Fatal foi eleita a Melhor Novela.

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