O vereador por Cuiabá, Demilson Nogueira (Federação União Progressista), negou, em depoimento à Polícia Civil, ter caluniado e difamado a jornalista Larissa Malheiros, secretária de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande.
No dia 11 de março, a jornalista registrou um Boletim de Ocorrência (BO) alegando que havia tomado conhecimento que o parlamentar, juntamente com o vereador Ilde Taques (Podemos), havia acusado a jornalista de clonar o celular da vereadora Baixinha Giraldelli, sua ex-assessorada, e espalhado a veículos de comunicação um áudio onde o vereador teria atacado a imprensa.
“Eu tô conhecendo a narrativa dela, inclusive colocando um monte de gente que eu não sei, que eu não conversei. Então, são narrativas. As narrativas são delas, ela que prove essas narrativas dela”, disse o vereador Demilson, em depoimento que durou pouco mais de 20 segundos à Polícia Civil.
Ao depor, a jornalista reafirmou à Polícia suas denúncias e que se sentiu prejudicada em sua carreira profissional pelas falsas acusações que teriam sido imputadas pelo parlamentar em uma reunião com os 19 vereadores de Cuiabá.
O delegado Romildo Souza Grota Junior, da 3ª Delegacia do Coxipó, marcou para o dia 29 de junho uma audiência de conciliação antes de finalizar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) aberto para apurar o caso.
Jornalista não representou criminalmente contra Ilde Taques
Apesar de ter registrado BO contra Demilson Nogueira e também contra o vereador Ilde Taques, Larissa Malheiros, todavia, representou criminalnente, no dia 19 de março, apenas contra o vereador Demilson Nogueira.
À época do BO, ela havia responsabilizado também Ildes Taques pelas declarações, mas só Demilson Nogueira foi ouvido pela delegacia e aparece no polo passivo do TCO aberto.





















