O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), anunciou em suas redes sociais a abertura de uma investigação conjunta com a Controladoria-Geral do Município (CGM) para apurar supostas irregularidades envolvendo material didático produzido pela Secretaria Municipal de Educação, que podem ultrapassar R$ 80 milhões. O rombo teria ocorrido entre 2025 e 2026, período em que Amauri Monge comandava a pasta.
Monge deixou o cargo em abril. À época, ele anunciou que seria coordenador da campanha do ex-secertário estadual de Educação, Alan Porto (Republicanos), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
O anúncio de Abilio foi feito no Instagram nesta quarta-feira (27). Segundo o prefeito, a apuração foi iniciada após a identificação de uma “irregularidade gravíssima” dentro da pasta, mas não a detalhou.
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Ele afirmou que, além da CGM, outros setores da administração municipal também foram acionados para aprofundar as investigações. “Encontramos uma irregularidade gravíssima dentro da Secretaria de Educação. Esse montante pode ultrapassar R$ 80 milhões se for comprovado essa irregularidade. Abrimos uma investigação com a Controladoria, estamos abrindo investigações com outros setores e vamos mandar assim que concluir esse relatório para o TCU, Polícia Federal, Polícia Estadual, Ministério Público”, revelou.
O prefeito destacou ainda que os fatos investigados teriam ocorrido durante a sua gestão, entre 2025 e 2026, período em que o secretário era Amauri Monge. Abilio fez um apelo aos servidores da Educação que tenham conhecimento de possíveis irregularidades, especialmente relacionadas a materiais didáticos, para que colaborem com as investigações.
“Servidores da Educação que tiverem conhecimento dessas situações, principalmente envolvendo material didático, por favor informe a prefeitura de Cuiabá, a gente no gabinete, Secretaria, que nós temos todo o interesse de apurar essas possíveis irregularidades. Estamos investigando e vamos fazer todas as denúncias”, informou.
Além do prefeito, aparecem na filmagem o secretário de Economia Marcelo Bussik, o secretário-adjunto Newton Hidenori Ishii, conhecido como Japonês da Federal e outros membros da gestão.




















