O senador Jayme Campos (União) voltou a afirmar, nesta terça-feira (04.08), durante a convenção do MDB, que foi traído na convenção do União Brasil, realizada em 30 de julho, quando teve rejeitada sua candidatura ao Governo de Mato Grosso. Em discurso, o parlamentar também questionou a origem do suposto dinheiro que, segundo ele, teria sido utilizado para inviabilizar seu projeto político dentro da legenda.
Ao relembrar a disputa interna no União Brasil, Jayme afirmou que enfrentou o “poder econômico” e garantiu que deixou a convenção fortalecido politicamente. “Enfrentei uma convenção há menos de quatro dias atrás. Tenho a certeza de que saí muito maior do que entrei. Não corri, não ajoelhei.”
Na sequência, o senador elevou o tom das críticas ao afirmar que sua candidatura foi derrotada por influência financeira e levantou suspeitas sobre os recursos utilizados durante a articulação interna. “Enfrentei um poderio econômico. Não sabemos de onde saiu esse dinheiro que foi gasto contra a candidatura de Jayme.”
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Apesar das críticas ao próprio partido, Jayme confirmou que estará no palanque da pré-candidata ao Senado Janaína Riva (MDB) e do candidato ao Governo do Estado, Wellington Fagundes (PL), defendendo que a aliança representa um novo projeto para Mato Grosso. “A história nós vamos mudar com a eleição de Wellington Fagundes e Janaína Riva para o Senado.”
O senador afirmou que ele e a ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, compareceram ao evento para hipotecar apoio “incondicional” às candidaturas. “O que me traz hoje aqui, eu e minha esposa Lucimar, é hipotecarmos o nosso apoio incondicional à candidatura de Wellington Fagundes ao Governo e de Janaína Riva ao Senado.”
Durante o discurso, Jayme também criticou o atual cenário político, afirmando que interesses econômicos têm prevalecido sobre a vontade popular. Segundo ele, Mato Grosso precisa de um governo voltado à população, com investimentos em saúde, educação e segurança pública. O senador ainda declarou que, a partir da formação da coligação, as diferenças partidárias devem ficar em segundo plano. “A partir de hoje não existe MDB, não existe PL. O que existe é o partido do povo.”
Ao encerrar a fala, Jayme voltou a afirmar que a campanha enfrentará uma estrutura poderosa na disputa eleitoral, mas demonstrou confiança na vitória da chapa formada por Wellington Fagundes e Janaína Riva. “Vamos enfrentar uma máquina. Vamos enfrentar um poderio econômico. Mas tenho a convicção de que Wellington será nosso futuro governador e Janaína nossa futura senadora.”




















