O Superior Tribunal de Justiça negou um recurso movido pela clínica médica do infectologista David Uip, ex-diretor do Hospital Sírio Libanês, e manteve um acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que reverteu uma sentença de primeira instância que havia condenado a primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, a pagar R$ 479 mil em honorários médicos.
A suposta dívida se referia à internação de sua mãe, na período da pandemia da covid-19, no Hospital Sírio Libanês.
Com isso, o STJ atesta que Virgínia não deve honorários ao médico.
Uip alegou, na ação de cobrança julgada pela Justiça de São Paulo (SP), que deixou de receber R$ 479 mil em honorários médicos, enquanto o TJSP entendeu que ele não poderia cobrar por serviços atuando como diretor do hospital e que as provas que apresentou foram insuficientes.
O julgamento do recurso de Uip no STJ foi relatado pelo ministro Moura Ribeiro e seu resultado foi publicado no último dia 18 de dezembro.
Em seu entendimento para desprover o recurso especial do médico e manter o acórdão do TJSP, ele foi acompanhado pelos ministros Daniela Teixeira, Nancy Andrighi, Humberto Martins e Ricardo Villas Bôas Cueva.





















