A CPI do Crime Organizado deve votar, na próxima semana, requerimentos com pedidos de quebra de sigilo das empresas e fundos envolidos com o Banco Master e que são alvos das denúncias feitas pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), nesta semana.
A deliberação foi feita pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI, que conta com apoio do senador Wellington Fagundes (PL).
Com este encaminhamento, a CPI terá condições de mapear o rastro do dinheiro de fundos ligados ao Master que passaram por empresas de empréstimos consignados, pelo acordo com a Oi e até com a Reag, envolvida na concessão da BR-163 que hoje é administrada por uma empresa ligada ao Governo de Mato Grosso.
A quebra de sigilo das empresas envolvidas nas denúncias de Taques representará um duro golpe no governador Mauro Mendes (União), que já anunciou que deixará o governo para se lançar ao Senado, no dia 31 de março.




















