O geólogo, professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso pelo PDT, Caiubi Kuhn, publicou neste sábado (27) um vídeo em suas redes sociais fazendo duras críticas à obra de retaludamento, que não aconteceu no trecho conhecido como Portão do Inferno, na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães.
Gravado no próprio local, o vídeo questiona o investimento de aproximadamente R$ 12 milhões na intervenção, que acabou sendo interrompida sem atingir o objetivo de estabilizar a encosta e solucionar os constantes riscos de deslizamentos.
Segundo Caiubi, os recursos públicos poderiam ter sido destinados a outras áreas consideradas prioritárias.
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“Quase R$ 12 milhões é isso que foi gasto aqui nessa obra de retaludamento. Uma obra que não chegou a acontecer propriamente, não chegou a resolver o problema. Foram R$ 12 milhões que poderiam ter sido gastos em saúde, educação, moradia popular e saneamento. É um dinheiro que acabou se perdendo sem que o problema fosse resolvido”, afirmou.
O geólogo também destacou os impactos econômicos e sociais provocados pelas sucessivas interdições da rodovia, principal ligação entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães.
“Além desses R$ 12 milhões, a população de Chapada e de Cuiabá foi duramente afetada e continua sendo afetada pela falta de resolução desse problema”, declarou.
Outro ponto levantado por Caiubi Kuhn foi a discussão sobre o licenciamento ambiental da obra. Segundo ele, não houve paralisação dos trabalhos por determinação dos órgãos ambientais.
“É importante dizer que essa obra não ficou paralisada um dia sequer pelos órgãos ambientais. Se ela não andou, foi porque o Estado não conseguiu fazer ela andar. É importante registrar isso, porque esse é dinheiro público que, de fato, foi perdido na obra do Portão do Inferno”, afirmou.






















