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Operação mira grupo ligado a ‘Abelha’ na Região dos Lagos do RJ ; vídeo

Segundo as investigações, a facção é chefiada na região por W.C.R, conhecido como Abelha. Ele está foragido desde 2021
Operação da Polícia Civil do RJ mira traficantes que atuam na Região dos Lagos — Foto: Reprodução/TV Globo

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A Polícia Civil do RJ iniciou, na manhã desta quarta-feira (1º), uma operação para desarticular a estrutura do Comando Vermelho (CV) na Região dos Lagos.

Segundo as investigações, a facção é chefiada na região por W. C R. Q, conhecido como Abelha. Ele deixou o sistema penitenciário do Rio pela porta da frente e está foragido desde 2021. Ele é investigado pela polícia, mas não foi alvo da operação desta quarta.

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Até a última atualização desta reportagem, 9 pessoas haviam sido presas. A ação tem como principal alvo integrantes da facção criminosa que seriam responsáveis pelo tráfico de drogas, ataques armados e controle de comunidades na região.

Os agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em endereços de Armação dos Búzios, Cabo Frio, na Região dos Lagos, e Belford Roxo e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), com apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da 126ª DP (Cabo Frio).

Do Alemão e Penha à Região dos Lagos

Segundo as investigações, a organização criminosa atuava sob a liderança de Abelha, apontado pela polícia como uma das principais lideranças do Comando Vermelho na Região dos Lagos.

De acordo com a polícia, ele coordena, a partir dos Complexos do Alemão e da Penha, as atividades ilícitas desenvolvidas pelo grupo na região.

Ao longo da investigação, a polícia reuniu imagens extraídas de celulares e de contas de integrantes da facção. Os registros mostram criminosos armados, comercialização de drogas, invasões em áreas dominadas por grupos rivais e instalação de barricadas para restringir a circulação de moradores.

As investigações também identificaram um esquema estruturado de delivery de drogas. Conforme a Polícia Civil, usuários faziam pedidos por aplicativos de mensagens, realizavam o pagamento e recebiam os entorpecentes no endereço informado.

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