Uma ação judicial movida junto à 4ª Vara Cível de Cuiabá por uma mulher e que questiona o senador Carlos Fávaro (PSD) aparenta ter motivação política.
A mulher questiona um contrato que ela teria feito com uma empresa de assesoria que estaria a serviço do parlamentar.
A “estranheza” começa com a própria ação judicial que tenta discutir questões trabalhistas em uma ação cível (justiça comum) pedindo dano moral, citando até trabalho análogo à escrividão.
O que mais chama a atenção é que a empresa que contratou a moça – Agenda Assessoria Planejamento e Informática – não é alvo da ação judicial, o que reforça o caráter político da investida.
A empresa está registrada na Receita Federal em nome de Edson Jacintho da Silva, sócio-administrador, que também não aparece no pólo da ação.
























