O cantor sertanejo Eduardo, da dupla com Derick, foi diagnosticado com leucemia do tipo promielocítica, enfermidade que afeta as células sanguíneas produzidas pela medula óssea e pode atingir os glóbulos brancos, responsável pela defesa do corpo. O artista faz parte da dupla Derick & Eduardo, formada em Pires do Rio, em Goiás.
O tratamento depende do tipo de leucemia e das características de cada paciente. Nas formas agudas, por exemplo, pode envolver quimioterapia, controle de complicações e, em determinados casos, transplante de medula óssea. O Inca estima 12.220 novos casos de leucemia por ano no Brasil no triênio de 2026 a 2028.
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Desde 2009
Natural de Goiás, Eduardo começou sua trajetória musical ao lado de Gleydison Batista Siqueira, o Derick. Os dois se conheceram quando ainda estudavam em Pires do Rio e costumavam cantar juntos nos intervalos das aulas. A parceria começou de maneira despretensiosa, como uma brincadeira entre amigos, até que os dois passaram a participar de festivais e pequenos shows na região.
A dupla Derick & Eduardo iniciou oficialmente sua caminhada em 2009 e, ao longo dos anos, passou a se apresentar em diferentes estados brasileiros. Fizeram shows em Goiás, Minas Gerais, Pará e Distrito Federal, além de participarem de exposições, festivais, eventos corporativos, casamentos e formaturas. O grupo também abriu apresentações de nomes conhecidos do sertanejo, como Michel Teló e Hugo & Guilherme.
Entre as músicas associadas à primeira fase da carreira estão “Feitos um para o outro” e “Sonho pra mim”. Em 2011, a dupla ganhou espaço na televisão ao participar da “Parada da Garagem”, quadro do programa “Domingão do Faustão”. Naquela ocasião, eles já haviam lançado um CD autoral com 14 faixas.
Nos anos seguintes, Derick & Eduardo continuaram lançando músicas e projetos. Entre os trabalhos disponíveis nas plataformas digitais estão o single “UFC de sofrimento”, de 2019, e, já em 2023, “Pinga pura” e “Solta eu”, além do EP “Daquele jeitão (ao vivo)”, gravado em Pires do Rio. O projeto reúne releituras de canções sertanejas e participações em um registro ao vivo, mantendo a dupla ligada às raízes do gênero em Goiás.






















