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RITMO LENTO

CPIs estão travadas na Câmara; desinteresse no momento

A CPI da CS Mobi e Promulti, que apura o processo de licitação no estacionamento rotativo de Cuiabá, realizou oitiva na última semana
Câmara Municipal de Cuiabá

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Embora haja cinco Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) ativas na Câmara Municipal de Cuiabá, a maioria segue a passos lentos quanto ao andamento dos trabalhos e nem mesmo tiveram ainda a primeira reunião. Enquanto uma foi criada no final de 2025, outras quatro estão ativas desde março deste ano. Todas as comissões têm prazo de 120 dias para conclusão das investigações e apresentação do relatório final. A CPI da CS Mobi e Promulti, que apura o processo de licitação no estacionamento rotativo de Cuiabá, realizou oitiva na última semana.

O presidente da comissão, vereador Coronel Dias (Cidadania), pretende realizar outra oitiva nesta quinta-feira (7) e tem o prazo mais apertado em comparação às demais CPIs, já que foi criada em dezembro de 2025. Já a comissão dos TACs e compra onerosa, presidida pelo vereador Ilde Taques (Podemos), pode ter a primeira reunião nesta quinta-feira (7). O objetivo da CPI é investigar os processos administrativos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMADES), considerando denúncias de irregularidades envolvendo os Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) e operações de Compra Onerosa de potencial construtivo, entre 2019 a 2024.

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Outra CPI que também terá a primeira reunião é a conduzida pelo vereador Eduardo Magalhães (Republicanos), que está marcada para a próxima quarta-feira (13). A comissão analisa o uso dos recursos financeiros e o rombo na Secretaria de Educação, também durante a gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (PSD). No caso da Comissão que investiga a aplicação de recursos do programa Cuiabanco, cujo presidente é o vereador Dilemário Alencar (União), não há indícios de que tenha iniciado os trabalhos e o parlamentar não respondeu ao jornal.

Apesar de já terem sido publicados os nomes dos membros da comissão em março, a vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), constada como vice-presidente da CPI, afirmou não ter conhecimento de que faz parte da comissão. Cenário um pouco similar é o da CPI das despesas sem empenho, cujo presidente é o vereador Demilson Nogueira (PP). Tida como vice-presidente da comissão, a vereadora Dra. Mara (Podemos) decidiu sair da composição da CPI por estar envolvida com outros projetos.

Vale destacar que o Regimento Interno estabelece que deve haver três membros titulares e suplentes, em igual número, para cada comissão. Procurado pelo jornal, Demilson não retornou para indicar se há previsão no andamento das investigações.

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