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DEU EM A GAZETA

Entidades empresariais defendem jornadas mais flexíveis em alternativa ao fim da 6×1

Os signatários também criticam iniciativas que defendem a adoção de uma escala única para todos os setores econômicos
Entidades empresariais defendem jornadas mais flexíveis em alternativa ao fim da 6x1 - FOTO :Divulgação

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Quarenta entidades empresariais de Mato Grosso aderiram à Carta Aberta em defesa da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 12/2026, conhecida como PEC do Trabalho Flexível e uma alternativa à PEC nº 221/19 que prevê o fim da escala 6×1, aprovada pela Câmara dos Deputados em maio. Elas integram um movimento nacional formado por 3 mil organizações que, segundo o manifesto, representam mais de 40 milhões de empregos, quase 90% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e bilhões de reais em investimentos e exportações.

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Entre as principais signatárias mato-grossenses estão a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de Mato Grosso (FCDL-MT), a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso (Aprosmat), a Associação Mato-grossense de Atacadistas e Distribuidores (Amad) e a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Mato Grosso (Abrasel-MT).

No documento, organizado pelo Movimento Pró-Brasil (MPB) e divulgado na terça-feira (09), as entidades conclamam os senadores a aprovarem a proposta, de autoria do senador Rogério Marinho (PLRN). A PEC prevê que o trabalhador possa optar por jornadas flexíveis, preservando direitos constitucionais como 13º salário, férias, FGTS, INSS e aviso prévio, calculados proporcionalmente às horas trabalhadas.

Os signatários também criticam iniciativas que defendem a adoção de uma escala única para todos os setores econômicos, sem considerar as especificidades das mais de 2,7 mil ocupações existentes no país.

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