Ser uma pessoa artificial quebra a credibilidade do orador. É preciso tomar muito cuidado para não cair nesta armadilha, que pode ocorrer consciente ou até mesmo inconscientemente.
É importante reafirmar que um palestrante que passa a impressão de ser artificial quebra a sua originalidade e, em decorrência disso, desestimula o interesse dos participantes da palestra.
Se você é um palestrante que gosta de pensar muito bem nas palavras que vai dizer; que age de forma proposital e mecânica na articulação de suas palavras; que possui gestos calculados; ou que age de maneira premeditada em sua performance, você certamente faz parte do grupo de pessoas denominadas “artificiais”. Os ouvintes vão desconfiar de suas intenções e você perderá o seu público.
Observe bem como você fala e se expressa. Como você articula as palavras? Como faz gesticulações quando está diante de pessoas do seu trabalho e do seu convívio pessoal?
A maneira como você se comporta nesses momentos revela a sua essência e a sua originalidade. Espelhe-se e copie o seu “eu” original para os momentos em que estiver no papel de palestrante.
Ser original é ter compatibilidade e harmonia. Entre as situações do cotidiano e as situações como palestrante, melhor ser você nos dois ambientes, sendo assim, as pessoas saberão que você será a mesma pessoa. Caso destoe, fique atento e promova mudanças pontuais e assertivas, oportunamente. Seja original!
Francisney Liberato é auditor do Tribunal de Contas de Mato Grosso.
*Os artigos de opinião são de responsabilidade de seus autores e não representam necessariamente a opinião do Isso É Notícia*
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