O ex-jogador de futebol e empresário Marcelinho Carioca acusa uma advogada de estelionato, após descobrir ser beneficiário de uma quantia de cerca de R$ 480 mil que teriam sido sacados sem autorização pela profissional em janeiro de 2025.
O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Segundo o boletim de ocorrência obtido pelo Metrópoles, o valor foi liberado por meio de um alvará judicial no dia 28 de janeiro de 2025 e, dois dias depois, foi depositado na conta da advogada Fernanda Fenerichi de Carvalho Alves.
Marcelinho diz que não foi avisado sobre a movimentação. “Não houve prestação de contas, nem repasse de qualquer valor”, afirmou o ex-jogador à polícia.
Marcelinho Carioca só ficou sabendo que tinha direito a receber o valor no final de 2025 — na ocasião, enquanto fazia uma transmissão ao vivo na internet, recebeu a mensagem de um telespectador perguntando sobre o processo judicial. Desconfiado, o ex-jogador foi verificar o andamento do processo na Justiça e percebeu o pagamento dos valores na conta da advogada que o representava à época.
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Ainda de acordo com o registro policial, o agora empresário contou que, após constatar o ocorrido, tentou contato com os advogados, mas não obteve sucesso. “Até a presente data não recebi qualquer valor/esclarecimentos sobre a quantia, razão pela qual solicito a apuração
dos fatos e responsabilização criminal dos envolvidos”, apontou o boletim de ocorrência datado de 24 de fevereiro deste ano.
O que aconteceu
- Marcelinho Carioca acusou a ex-advogada de estelionato em um caso envolvendo cerca de R$ 480 mil.
- Segundo o ex-jogador, ele tinha direito a receber a quantia referente a um processo judicial. O valor foi liberado por meio de um alvará judicial no dia 28 de janeiro de 2025 e, dois dias, depois foi depositado na conta da advogada Fernanda Fenerichi de Carvalho Alves.
- Marcelinho Carioca só ficou sabendo que tinha direito a receber o pagamento no final de 2025, quando um telespectador mandou mensagem sobre o assunto durante uma transmissão ao vivo.
- O ex-jogador diz que não foi avisado sobre o pagamento e nem recebeu nenhuma quantia.
- O caso é investigado como estelionato por meio de um inquérito policial conduzido pelo 17° Distrito Policial (Ipiranga)
Em depoimento prestado à polícia na última sexta-feira (17/4), Marcelinho Carioca contou que pediu aos advogados que protocolassem uma representação junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Posteriormente, a advogada realizou parcialmente o pagamento em consignação de parte do valor.
O Metrópoles procurou a advogada Fernanda Fenerichi por mensagem, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. O espaço segue aberto.
O caso é investigado por meio de um inquérito policial conduzido pelo 17° Distrito Policial (Ipiranga).




















