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NARCOFLUXO

MC Ryan e MC Poze são presos em operação da Polícia Federal

A ação se espalha por diversos estados, com foco principal em São Paulo e no Rio de Janeiro, enquanto apura um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 1,6 bilhão
MC Ryan SP e MC Poze do Rodo são alvos da operação - Foto: Reprodução/ Instagram

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 15 de março, a Operação Narcofluxo, que resultou na prisão dos cantores MC Ryan SP e Poze do Rodo. Além deles, o influenciador Chrys Dias também aparece entre os investigados.

A ação se espalha por diversos estados, com foco principal em São Paulo e no Rio de Janeiro, enquanto apura um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 1,6 bilhão.

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Logo nas primeiras horas do dia, agentes federais cumpriram mandados na casa de MC Ryan SP, em Maresias, no litoral paulista. Ao mesmo tempo, policiais entraram na mansão de Poze, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Os dois acabaram levados sob custódia.

Ao mesmo tempo, equipes avançaram sobre outros endereços ligados aos investigados, ampliando o alcance da operação. Segundo as apurações, o grupo atuava de forma estruturada para ocultar valores, recorrendo a empresas, intermediários e até transações com criptoativos.

Esquema envolvia dinheiro vivo e operações internacionais

De acordo com a Polícia Federal, o esquema incluía movimentações financeiras no Brasil e no exterior. Além disso, havia transporte frequente de grandes quantias em dinheiro vivo, o que dificultava o rastreamento. O volume identificado, nesse sentido, ultrapassa R$ 1,6 bilhão, o que reforça a dimensão da investigação.derais, que cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária. As ordens partiram da 5ª Vara Federal de Santos (SP) e, por isso, são executadas em estados como Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Bloqueio de bens e apreensões já realizadas

Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de bens e restrições a empresas ligadas aos investigados. Dessa forma, a medida busca interromper o fluxo financeiro e preservar valores para eventual ressarcimento.

Durante as ações, os agentes já apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos.

Por enquanto, a Polícia Federal não detalha o papel individual de cada alvo. Ainda assim, os investigados podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, enquanto o caso segue em andamento.

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