O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (Podemos), afirmou que o ex-deputado estadual Ulysses Moraes (Podemos) pediu para ser exonerado do cargo de superintendente de controle interno de fiscalização, finanças e contratos. A manutenção de Ulysses na folha de pagamento da AL era questionada após o ex-deputado ser flagrado com frequência fora da Casa de Leis para gravar conteúdos aos seus perfis das redes sociais. O HNT foi o primeiro veículo de Mato Grosso a fazer a denúncia, ainda em janeiro deste ano.
“Ele pediu para sair e deve estar se desligando da Assembleia para tocar a sua vida. Então está muito tranquilo esse caso, até porque teve o pedido dele nessa direção”, expôs Max Russi nesta quarta-feira (27).
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No Portal Transparência da AL, Ulysses está matriculado como servidor comissionado sob a matrícula 46381, desde o dia 02 de março de 2023, com salário bruto mensal de R$ 18.389,65. Neste período, o ex-deputado recebeu o equivalente a R$ 785.4196,25 bruto e R$ 594.136,87 líquido.
Sobre as viagens recorrentes de Ulysses, a AL justificou que a resolução administrativa 007/2012 retirou a obrigação do ponto para cargos de liderança. Ulysses também não precisava prestar contas de períodos de ausência para outros estados e pode trabalhar de forma remota.
Ulysses é membro de Movimento Brasil Livre (MBL) e tem mais de 800 mil seguidores. Nessas eleições, ele tenta retornar à AL e concorre o cargo de deputado estadual pelo Podemos. A internet é o palanque virtual de Ulysses. Os vídeos virais investem na polêmica, apostando na abordagens de pautas de costume.





















