A relação política conflituosa entre o senador Carlos Fávaro (PSD) e o ex-governador Pedro Taques (PSB), antes velhos aliados e hoje adversários e concorrentes à senatória, está prestes a implodir a esquerda em Mato Grosso.
Em privado, Fávaro tem dito que prefere caminhar sozinho, de forma independente, do que fazer composição com a federação PT/PV/PCdoB se esta fechar mesmo aliança com Taques, o que deixaria o grupo sem candidatura ao governo estadual, já que Natasha Slhessarenko é pré-candidata ao Palácio Paiaguás pelo mesmo PSD de Fávaro.
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Ex-ministro da Agricultura, Fávaro reforça que, dentro ou fora do grupo esquerdista, é Lula e irá pedir voto pela reeleição do presidente, mas não é PT. E não aceita recomposição com Taques, de quem foi vice-governador.
Ou seja, se o pré-candidato do PSB fechar com a federação, Fávaro pula fora e leva junto o PSD, que tem duas pré-candidaturas majoritárias consolidadas, a dele próprio e de Natasha.























