Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
DERRUBADA DAS ÁRVORES

Dra. Mara defende preservação após decisão da Justiça

A vereadora Dra. Mara acompanhou o caso e defendeu que intervenções na arborização urbana sejam realizadas com planejamento, transparência e embasamento técnico
Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara

Compartilhe essa Notícia

A suspensão da derrubada de árvores adultas e saudáveis em Cuiabá voltou a colocar em evidência o debate sobre o equilíbrio entre desenvolvimento urbano e preservação ambiental. A medida foi determinada pela Justiça em ação proposta pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), após questionamentos relacionados ao corte de árvores em diferentes regiões da capital.

A decisão alcança áreas que vinham sendo alvo de preocupação, entre elas trechos das avenidas Fernando Corrêa da Costa e Baltazar Navarro, onde a retirada de árvores gerou manifestações de moradores e representantes públicos em razão dos possíveis impactos ambientais e urbanos.

NOTÍCIAS QUENTES – Acesse o grupo do Isso É Notícia no WhatsApp e tenha notícias em tempo real (CLIQUE AQUI)

Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal de Cuiabá, a vereadora Dra. Mara acompanhou o caso e defendeu que intervenções na arborização urbana sejam realizadas com planejamento, transparência e embasamento técnico.

Um dos episódios que ganhou repercussão foi o corte de um exemplar de cumbaru, espécie nativa do Cerrado, registrado pela parlamentar antes da retirada. Para Dra. Mara, o caso reforça a importância da preservação das árvores que contribuem para o conforto térmico e a qualidade ambiental da capital.

“Minha luta era para que isso não tivesse acontecido. Mas, diante do ocorrido, tenho a responsabilidade, como presidente da Comissão de Meio Ambiente, de buscar mecanismos para impedir que outras árvores sejam derrubadas sem uma análise adequada”, afirmou a vereadora.

A decisão judicial reacende uma discussão recorrente em Cuiabá: de um lado, a necessidade de execução de obras de infraestrutura e mobilidade urbana; de outro, a preservação da arborização, considerada essencial para a redução das temperaturas, melhoria da qualidade do ar e promoção da qualidade de vida da população.

Em decisões anteriores, o Poder Judiciário também já havia determinado a suspensão do corte de árvores adultas e saudáveis na capital após ações do Ministério Público, incluindo intervenções previstas na região da Marginal da Via das Correias.

Para Dra. Mara, a preservação ambiental depende da atuação conjunta do poder público e da sociedade.

“Essa não é uma luta individual. É uma luta de toda a população cuiabana, que tem direito a uma cidade mais verde e sustentável”, destacou.

0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Notificar de
0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado

publicidade

publicidade

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x