A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, afirmou nesta sexta-feira (15.05), durante o desfile cívico-militar em comemoração aos 159 anos do município, que o maior desafio da cidade ainda é a crise no abastecimento de água. O evento ocorreu na Avenida Couto Magalhães e reuniu escolas, forças de segurança, autoridades e moradores.
Durante entrevista concedida no local, Flávia disse que a cidade vive um momento de “mudança” e de tentativa de construir “uma nova cara para Várzea Grande”. Segundo ela, o desfile mantém a tradição cívica do município e fortalece a participação das escolas e crianças nas celebrações.
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A prefeita também destacou ações realizadas pela gestão em 2025 e afirmou que novas entregas estão previstas para 2026. Entre os temas abordados, ela citou o andamento do processo de concessão do Departamento de Água e Esgoto (DAE), que, segundo ela, já teve diagnóstico protocolado junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).
Conforme Flávia, uma audiência pública sobre a concessão deve ocorrer em junho. Ela explicou que o município enfrenta dificuldades estruturais históricas no sistema de abastecimento e relatou que oito bairros ficaram sem água nesta semana após o rompimento de uma adutora.
“A água é o maior desafio de Várzea Grande”, declarou a prefeita ao comentar a situação do DAE, que classificou como “sucateado”.
Outro destaque do desfile foi a homenagem às mulheres que marcaram a história política e social da cidade. Flávia afirmou que o tema é sensível e importante diante dos casos de violência contra a mulher e feminicídio registrados no país.
Durante a fala, a prefeita citou nomes de mulheres que considera protagonistas na história de Várzea Grande, entre elas a ex-prefeita Sarita Baracat, além de lideranças ligadas a projetos de apoio social voltados às mulheres e meninas.
Flávia também falou sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na política e afirmou que o ambiente político ainda é predominantemente masculino.
Segundo ela, mulheres precisam de “coragem, força e resiliência” para ocupar espaços de poder e ampliar a participação feminina nas decisões públicas.






















