A primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, criticou a Escola de Samba Acadêmicos de Niterói, por questionar o conceito de família conservadora na Marquês de Sapucaí, no último carnaval.
“Não é sobre uma trend passageira. É sobre um valor eterno. Conservamos o que realmente importa: a nossa fé no Deus forte e poderoso, a nossa família como dom precioso d’Ele, e a liberdade que vem da verdade. Sobre a sombra do Altíssimo descansamos, porque é Ele quem guerreia as nossas batalhas!”, afirmou Virgínia, em post do Instagram.
“E defendemos também o direito de adorar a Deus em liberdade. Somos a favor das igrejas e do seu papel fundamental em acolher, orientar e fortalecer as famílias e a nossa nação. É nos templos que muitos encontram esperança e a força para recomeçar”, completou a primeira-dama.
Curiosamente, todavia, não se viu nenhuma declaração de reprovação da primeira-dama contra seu marido, o governador Mauro Mendes (União), condenado pela Justiça Federal a pagar R$ 100 mil a título de danos morais coletivos e individuais por atacar a religiosidade indígena em rede nacional de TV.
À época, Mauro acusou, sem provas, indígenas da etnia Boe Bororo de inventarem um corredor espiritual para atrapalhar as obras de uma ferrovia que passam em suas terras.
Nesta semana, a Procuradoria Regional da República em Brasília considerou o valor irrisório e quer aumentar a condenação de Mauro para R$ 1 milhão.
Isso a Virgínia não comenta.
Confira o post da primeira-dama:























