Uma cobra jararaca foi encontrada dentro da piscina de bolinhas de um restaurante em Suzano, na Grande São Paulo, no domingo (26/4). Uma equipe do santuário Reserva RP foi acionada e resgatou o animal. Ninguem se feriu.
O resgate foi compartilhado pelo veterinário Celso Gatti e viralizou nas redes sociais. No vídeo (veja acima), o profissional mostra a movimentação do animal entre as bolinhas de plástico.
Segundo o veterinário, a jararaca é peçonhenta e perigosa. Por isso, é necessário ter atenção redobrada nas regiões onde o animal ocorre. Gatti também ressaltou que a população não deve tentar manusear ou matar a cobra e que o ideal é acionar uma equipe de especialistas para o resgate.
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Ele explicou que a jararaca desempenha um papel importante na cadeia ecológica. A serpente auxilia no controle das populações de roedores e anfíbios, além de ser amplamente estudada para a produção de medicamentos a partir do veneno.
O veterinário ainda informou que a cobra possivelmente estava em busca de abrigo ou comida quando foi parar na piscina de bolinhas. Após o resgate, o animal foi solto em uma área afastada.
Picada de jararaca
- De acordo com o Ministério da Saúde, o grupo das jararacas é o maior causador de acidentes com cobras no país.
- Em São Paulo, a serpente é responsável por cerca de 72% dos casos de picadas registrados.
- O Instituto Butantan explica que os principais sintomas da picada de uma jararaca adulta em humanos são dor e inchaço local, às vezes com manchas arroxeadas e sangramento no ferimento. Também podem ocorrer sangramentos em mucosas, como nas gengivas e nariz, infecções e necrose na região da picada, além de insuficiência renal aguda.
- A picada de jararaca pode ser fatal e é tratada com soro antiofídico.
- Existem várias espécies de jararacas no Brasil.
- A fêmea tem, em média, 1,50 metro de comprimento. Já os machos podem chegar a até 1 metro em média.




















