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PROTEÇÃO ÀS MULHERES

Maria Avalone defende capacitação e autonomia financeira para o fim violência contra a mulher

Ao abordar o tema na tribuna da Câmara de Cuiabá, a vereadora Maria Avalone (PSDB) defendeu que o combate à violência vai além da punição aos agressores e do fortalecimento da legislação
A vereadora Maria Avalone (PSDB) - Foto: Donatto Aquino

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Embora o Brasil disponha de uma das legislações mais avançadas de proteção às mulheres, a dependência financeira ainda é um dos principais fatores que impedem vítimas de violência doméstica de denunciar os agressores ou tornar relacionamentos abusivos.

Ao abordar o tema na tribuna da Câmara de Cuiabá, a vereadora Maria Avalone (PSDB) defendeu que o combate à violência vai além da punição aos agressores e do fortalecimento da legislação. Para ela, o investimento em políticas públicas de qualificação profissional, geração de renda e acolhimento é decisivo para garantir autonomia às mulheres.

“Precisamos investir nas mulheres, capacitá-las e acolhê-las. Essas políticas públicas precisam chegar aos bairros, oferecendo condições para que elas tenham independência. Quando a mulher conquista sua própria renda, ela passa a ter opção de sair da violência”, afirmou.

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A parlamentar destacou que muitas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos por não terem condições financeiras de sustentar os filhos ou recomeçar a vida. Por isso, defende que programas de capacitação, empreendedorismo, acesso ao mercado de trabalho, creches e assistência social façam parte da política de enfrentamento à violência.
Maria Avalone argumenta que a presença do poder público nas comunidades é essencial para identificar mulheres em situação de vulnerabilidade antes que a violência se agrave.

“A lei é fundamental, mas ela, sozinha, não resolve o problema. Precisamos de políticas públicas que cheguem às mulheres, especialmente nos bairros, oferecendo oportunidades reais para que elas reconstruam suas vidas com dignidade e segurança”, concluiu.

O posicionamento da vereadora reforça um consenso entre  autoridade de que  autonomia econômica é um dos pilares para romper o ciclo da violência doméstica, reduzindo a dependência do agressor e ampliando as possibilidades de uma vida livre.

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